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doce dezembro

doce dezembro

09
Abr18

Situações engraçadas (tem dias!)

M

Não conseguir pedir uma raspadinha ou pôr um placard sem me perguntarem (normalmente de forma meio agressiva) se já tenho 18 anos. É esse o momento em que explico que sim, que tenho mais de 18 anos. Mas claro, nem toda a gente acredita e pedem-me a identificação na mesma. Agora pensem que, na maioria das vezes, eu e o J saímos de casa à pressa para ele pôr um placard de última hora, e eu não levo comigo o CC. Então, tenho de dizer a quem me está a atender que pronto, o meu namorado compra a porcaria da raspadinha por mim. E é assim que me sinto quase filha dele.

 

Calma M, isto tudo daqui a uns aninhos vai ser ótimo. Quando tiveres 40 não te vão dar mais do que 35.

06
Abr18

Coisas

M

Sabem o que é passar o dia inteiro com uma sensação estranha? Não propriamente boa, e esquisita? Passei o dia assim. De manhã voltei a dormir às onze. Pesadelo. Acordei ao meio dia e meia. E desde aí que me sinto estranha! O meu namorado ligou-me às oito da noite e disse que tinha sentido uma sensação esquisita, mas ele não sabe que eu também a senti o dia inteiro!

 

Aparte disso, há coisas do caraças. Vai uma gaja pintar as unhas de verde porque apetece. Mas nos entretantos fica a pensar que se calhar devia era pintar de rosa. Mesmo assim começa a pintar de verde e vai que no fim as unhas estragam-se todas e é obrigada a tirar o verniz! Agora vou pintar de rosa. Devia ter ouvido a vozinha na cabeça.

06
Abr18

Encontrei esta frase e tudo fez sentido

M

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Às vezes somos plantados num certo lugar rodeado de determinadas pessoas. Nem sempre nos encaixamos e é aí que começamos a questionar o porquê, mas parece que não vem nenhuma resposta. Eu sei exactamente o que isso é. Aliás, foi difícil entender. Mas entretanto encontrei esta frase e só consegui pensar no quão certo batia na minha vida! Florescer. Florescer onde fomos plantados. Ser do bem, fazer o bem, amar... florescer. Tenhamos sido plantados num lindo jardim ou num bosque escuro. Desde que floresçamos. E eu... vou florescer.

E querem saber um segredo? Tenho para mim que o que vem por aí só pode ser ótimo. Quero confiar que sim. Já sofri muito, e não falo (só) de amores. Sofri na vida. Passei por coisas que não desejo a ninguém. E sinto que ainda não fui "recompensada". Por isso, acredito ou quero acreditar que o que vem aí, o que está reservado para mim, é bom, é grande.

04
Abr18

Sonhos

M

Eu nunca tive sonhos. Nunca sonhei viajar, não queria ter filhos nem casar, nunca tive um emprego ou uma área que gostasse de exercer/estudar. Eu olhava para as minhas amiguinhas da escola e todas desde pequenas queriam fazer/ser algo! Menos eu. E na escolinha, quando me perguntavam como me imaginava em adulta, eu nunca sabia responder, então inventava!

 

Na verdade eu não tive uma infância propriamente feliz. Eu era muito fechada (circunstâncias da vida, não pude escolher) e acho que tudo fez com que a parte dos sonhos quebrasse.

Só por volta dos dezassete anos é que eu vi que afinal podia mesmo escolher a minha vida, sonhar, pensar no meu futuro! Mas só lá para os dezanove é que comecei a fazê-lo "à séria". Nunca foi falta de interesse, talvez tenha sido falta de incentivo. Não importa!

 

Comecei a ver o mundo com outros olhos. Até então nunca quis casar, mas aos pouquinhos lá fui imaginando a minha pessoa num vestido de noiva todo jeitoso (até aqui eu não sabia preços de vestidos, porque quando soube... meu Deus).

Nunca imaginei algum ser pequeno chamar-me mãe e depender de mim (pessoa tão desnaturada), mas comecei a achar tanta graça aos sorrisinhos dos bebés... e foi uma "luta" até ouvir um bebé chorar e conseguir dizer calmamente "oh, coitadinho", mas venci essa "luta" e isso só pode ser bom.

Nunca quis viajar, mas Açores é agora o meu destino de sonho. Além disso, se pudesse percorria norte a sul do país, para conhecer todas as cidades do nosso Portugal.

 

O tempo passou e acho que hoje sonho pelos anos todos que não sonhei. Hoje adoro pensar e idealizar a minha vida! Mas depois lá vem a própria Vida e troca as voltas todas! E o que eu achava que ia acontecer, afinal, já não acontece. Mas isso deu-me uma espécie de lição: não fazer planos e não depender do que não sei se vai acontecer.

 

Hoje tenho alguns sonhos, mas o principal neste momento, o sonho que me faz chorar por estar "tão longe" de se realizar, é sem dúvida ter a minha (nossa) casinha...

 

03
Abr18

Sobre tomar banho à noite

M

Não gosto.

Quer dizer, sei lá!

Sabe bem tomar um banhinho de água quente ao fim do dia, vestir o pijama e ficar o resto da noite descontraída e quentinha... mas e o cabelo? 

O meu cabelo é... qualquer coisa. Demora séculos a secar. Além do mais, como no meu prédio se ouve tudo de casa para casa, não posso ficar com o secador ligado muito tempo.

Portanto, encontro-me neste momento de toalha enrolada na cabeça, sentada à frente do computador à espera que passe tempo suficiente para que, no mínimo, não pingue água por todo o lado.

02
Abr18

A minha Páscoa

M

A minha Páscoa foi... estranha, digamos.

Levantei-me cedo, como de costume. Fiz o que tinha a fazer, mas logo de início o dia estava meio esquisito.

Quando chegamos a casa foi quando escrevi o último texto que partilhei aqui no blogue. Quer dizer, mais ou menos. Escrevi-o no calor do momento mas antes de o publicar alterei umas coisinhas e suavizei bastante o texto em si. Nem sequer me apetece falar disso!

Entretanto, o J (meu namorado) saiu de casa perto das onze. E eu estava toda tristinha pois era Páscoa e até tinha pedido um bacalhau com natas e uns croquetes à minha mãe (entretanto não foi isso o almoço). O J foi a Nisa e só Deus sabe como fico angustiada pois tenho sempre medo destas viagens longas.

Então, além de almoçar sozinha na cozinha, tirei a tarde para "arrumar" o quarto, já que recebi uma prenda mega linda do meu amorzinho e queria colocá-la num sitio todo bonito e arrumado.

Depois de arrumar o quarto e encher esta rica pança de amêndoas, pintarolas e coca-cola (reeducação alimentar? O que é isso?), vim para o pc ouvir música e assim passei o resto do tempo.

Vi a Casa dos Segredos e, como sempre, gostei bastante. Só perdi a parte que mais ansiava ver: a conversa entre Bruno e a sua namorada (mas não se preocupem que hoje de manhã já vi tudinho, eheh).

Por fim, o J regressou aos meus braços à meia-noite. Toda eu já só agradecia por a viagem ter corrido bem, por ele estar bem e por estar ali, nos meus bracinhos.

E, finalmente, fomos dormir, em conchinha (às vezes chamamos cadeirinha... não faz mais sentido?). E digo-vos, foi uma das noite que mais rápido e bem adormeci. Não sei se era do cansaço, da tristeza que senti de manhã por causa daquela pessoa, mas penso que tenha sido pela felicidade em finalmente poder estar com o meu namorado. Foi um momento muito mágico, pois eu fico sempre com o coração nas mãos e só descanso quando sei que ele está bem!

 

Sou muito agradecida por ter uma pessoa tão fantástica na minha vida. Se não fosse ele... eu sei lá. Só Deus sabe como isto é complicado para mim.

01
Abr18

Não quero ser assim

M

Várias vezes escrevi sobre o que não queria ser, sobre as atitudes que não queria ter. Tentei sempre ser abstracta pois pesava-me na consciência dizer o que penso (e consequentemente pesava-me na consciência pensar o que penso). Mas agora, sinceramente... foda-se. Eu não tenho culpa das pessoas serem como são. A única pessoa que eu posso mudar sou eu mesma, e assim como tenho o direito de decidir quem quero ser, tenho igualmente o direito de decidir quem não quero ser. E eu não quero ser assim... assim como a pessoa em questão é. Mas é assim que eu me estou a tornar pois o facto da pessoa ser como é, faz com que o dia se estrague para os outros também.

É cansativo conviver com alguém que é um pequeno cristal que a qualquer momento se pode partir. É cansativo viver com medo de dizer algo no tom errado, pois até com isso tem que se ter cuidado! Uma atitude, uma palavra, um tom diferente de voz, uma opinião... "todas" estas pequenas coisas podem causar (e causam) um estrago enorme! É esgotante viver assim!

 

Como disse algures aqui em cima, sinto que me estou a tornar assim também: rabugenta, sempre de mau humor, chateada, irritada. E como é óbvio eu não quero isso para mim, eu não quero ser prejudicada pela pessoa, não quero que a minha paz interior, o meu humor, a minha felicidade esteja dependente de como for o dia da pessoa ou de como a pessoa se sente hoje. Mas acho que é isso que me falta: entender como não me abalar, como me manter intacta. Agora descobrir isso é que vai ser complicado.

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Comentários recentes

  • Rute Justino

    Boa sorte com o novo blog vou seguir certamente.

  • HD

    Já fui espreitar mas a casinha ainda está vazia :-...

  • M

    Eu tenho um spray próprio para estas... bichas, ma...

  • M

    espero é que tenha ido para outro lado qualquer.....

  • Rute Justino

    Nada que um mata moscas não resolva ou um spray

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